Muita gente já pratica regularmente Caminhadas como meio de prática de atividade física, muitos em academias, praças ou até mesmo na rua. Mas iremos lhe mostrar que Caminhar na Natureza, ou seja, a prática de Trilhas possui muitos benefícios para sua saúde. 

Benefícios das Trilhas

          Saiba que essa atividade física reúne um grande número de vantagens para quem já gosta de se exercitar e também para quem deseja praticar e iniciar alguma atividade física e não sabe por onde começar.
Todos nós aprendemos muito cedo a caminhar, é um movimento natural, e por isso mesmo, somos biomecanicamente mais eficientes durante uma caminhada quando comparamos com os movimentos executados em outras modalidades esportivas como o remo, a natação, o ciclismo entre outros.
E independentemente da idade ou condicionamento físico, trilhar é um
exercício leve, fácil de executar, de baixo custo, que ajuda a emagrecer, tonificar os músculos e ainda reduz o risco de doenças.
Trilhar também é uma atividade aeróbica bastante segura do ponto de vista cardiovascular e ortopédico, claro que são em ambientes um pouco hostis devido a ter pedras, galhos, barrancos. Por isso, é importante ter sempre muito cuidado e ir com pessoas que fazem isso com frequência. 

  Entre os benefícios das trilhas para o corpo e a mente já citados, ainda podemos destacar:

        
• Combate ao colesterol ruim.
• Estimula a circulação sanguínea.
• Melhora a capacidade cardiorrespiratória e também a densidade óssea.
• Favorece um bom controle do diabetes e da hipertensão arterial.
• Ameniza problemas de desequilíbrios posturais e articulares.
• Proporciona um bom alto astral.
• Promove o bem estar levando o estresse e o mau humor para bem longe.
• Combate a insônia, a ansiedade e também a depressão.
• Promove uma excelente oportunidade de socialização.

 Benefícios das Trilhas

Caminhar ao ar livre ajuda a aliviar a depressão

          De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, caminhar ao ar livre está relacionado com uma melhor saúde mental e maior positividade. Além disso, estar ao ar livre melhora os níveis de depressão e de estresse.
Já um estudo realizado pela Universidade de Glasgow, na Escócia, descobriu que as pessoas que caminhavam ao ar livre, andavam de bicicleta ou saíam para correr na natureza tinham um menor risco de deterioração da saúde mental do que as pessoas que praticavam esportes em lugares fechados.

De acordo com um estudo publicado na revista Psychological Science,
interagir com a natureza dá um descanso ao cérebro da superestimulação a que ele é submetido todos os dias, o que pode ter um efeito reparador nos níveis de atenção.

Trilhas em ambientes com água

          Uma pesquisa realizada pela Universidade da Escola de Medicina de Exeter, na Inglaterra, sobre as qualidades essenciais da água e o seu papel no nosso bem-estar psicológico descobriu que os íons negativos da água são antidepressivos naturais. Esses íons negativos são encontrados em grandes números até em um balde de água.
Portanto, caminhar perto de cachoeiras, lagos, rios e riachos, incluindo
açudes e fontes, é muito benéfico para a saúde emocional. Se você também puder dar um mergulho, os benefícios se multiplicam, já que os vasos sanguíneos se dilatam pela água fria, o que estimula o corpo a expulsar as toxinas e a liberar endorfinas para se sentir bem.

 Trilhas





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Você não leu errado, um trem Maria Fumaça Mallet , construído em 1920, passará pela Ferrovia do Trigo hoje, dia 29/11.  O projeto se chama “Nos Trilhos do Natal” e está sendo coordenado pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) e Rumo Logística juntamente com a Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales).

Maria Fumaça na Ferrovia do Trigo

A locomotiva e seus vagões passarão pelas cidades do Vale do Taquari em pontos estratégicos, os vagões estarão iluminados em alusão à chegada do Natal. O projeto visa também comemorar  a construção da Ferrovia do Trigo  que neste ano de 2018 completou 40 anos de existência. O trem poderá  também ser visto do Viaduto V13.

A passagem do trem também acontecerá nos dias 01/12 e 12/12. A intenção é mobilizar os moradores da região a ver lindo trem natalino passando. Não somente isso, mas trata-se de um projeto piloto.

viaduto v13

Há muito se discute sobre a atual situação da Ferrovia do Trigo, que basicamente não recebe grandes manutenções e muito menos turistas, devido a proibição de pedestres sobre os trilhos, ocorrida em 2017.

A ideia é fazer com que o Trem Maria Fumaça opere na região, fomentando o turismo, igualmente já acontece na Maria Fumaça de Bento Gonçalves/RS, operada pela Giordano Turismo.

programação

29/11 (quinta-feira)

-17h | Muçum

-18h30min | V13 Vespasiano Corrêa

-20h | Guaporé

1º/12 (sábado)

-15h | Guaporé

-16h | Dois Lajeados

-16h40min – V13 Vespasiano Corrêa

-17h20min | Muçum

-18h | Roca Sales

-18h40min | Colinas

-20h30min | Estrela (em Linha Wolf – Distrito Costão)

-21h | Teutônia

-21h30min | Paverama

12/12 (quarta-feira)

-19h | Colinas

-19h40min | Roca Sales

-20h30min | Muçum

A Ferrovia do Trigo possuem lindos visuais, podendo ser difundido para muitas pessoas quando o projeto estiver vigente.

Ferrovia do Trigo

As negociações continuam andando e a previsão é que em 2019 tenhamos passeios turísticos de trem ao longo da Ferrovia do Trigo.

A Ferrovia é atualmente um local onde é praticado Trekking, send percorridos 52km de Guaporé/RS a Muçum/RS e vice-versa. Com a oficialização desse serviço turístico na região, provavelmente será intensificado a proibição de pedestres sobre os trilhos.

Ganho por um lado, perda por outro. Mas o que importa é que a grandiosa obra militar estará sendo utilizada e não abandonada.

Vale do Molha Coco  tem esse nome pelo motivo de ficar logo abaixo do Cânion Molha Coco. Esse cânion fica entre o Índios Coroados e  Malacara, todos na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina.

O Vale do Molha Coco

O vale é é uma área que vai desde a Serra do Faxinal até o início da trilha do Malacara, sendo que por todo o vale é possível ver os cânions que ficam ao seu redor, deixando a paisagem lindíssima. 

molha coco

A região é muito procurada por ficar próxima a Trilha do Malacara e também há diversas cavalgadas que são oferecidas na região do Vale do Molha Coco.

O vale também é bastante procurado pelo fato de ter bastantes opções de hospedagem, como campings, hostels, chalés e pousadas. A procura por ter onde ficar muitas vezes com foco na trilha mais famosa da região: A Trilha do Rio do Boi.

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Morro do Campestre

É com certeza um dos picos mais altos do vale do molha coco, a trilha sobe a crista do morro tendo como recompensa uma vista em 360º dos cânions e do litoral gaúcho. A trilha possui 8 km em sua totalidade, considerando ida e volta, sendo como o ponto de início na Vila Rosa.

A caminhada tem duração de aproximadamente 1h até o topo, dependendo do ritmo de caminhada de cada pessoa. Ao longo do percurso, será necessário passar por porteiras de madeiras e arames. A subida tem um total de 640 metros de altitude até a parte mais alta e durante o caminho, passa-se por mata fechada e campos com céu aberto (clareira). 

molha coco

Na parte final da trilha, a subida até a crista do morro é bastante ingrime, porém a visão é recompensadora ao chegar no seu ponto mais alto. De lá, você terá a visão  de todo o vale do molha coco, do Cânion Índios Coroados, Molha Coco e Malacara, também da cidade de Torres/RS, se o tempo estiver colaborando.

molha coco

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Estávamos em grupo conhecendo a região e com isso , juntos, compartilhamos experiências, relatos, momentos e damos boas risadas. Tenho certeza que as lembranças que levamos do Vale Molha Coco ficarão eternizadas em cada um de nós.

molha coco

A cidade dos cânions tem muitas surpresas além desta.

Não deixe de visitar o Vale do Molha Coco e conhecer esse paraíso escondido pelos cânions, mas também, sugerimos conhecer a parte alta dos cânions.

Neste artigo, falaremos da importância de se ter uma boa barraca e se principalmente realizar uma ampla pesquisa antes de adquirir a sua primeira barraca, visto que ela será sua companheira por anos e deverá aguentar vários tipos de cenários e temperaturas.

Para se falar a verdade, existem barracas especificas para frio extremo e para temperaturas normal, mas uma barraca deve ser versátil a todos esses climas.

Características Recomendadas Para Primeira Barraca

Existem barracas de diversos modelos, mas a grande maioria é do formato iglu, que é composto por quarto e sobreteto, geralmente não possui avanço nesse modelo e existem modelos de somente uma porta e de duas portas.

Pontos positivos do iglu: Modelo autoportante, isto é, ela fica montada sem precisar dos espeques. Você pode inicialmente montá-la em qualquer área e posteriormente deslocá-la de lugar até escolher o terreno ideal ou até mesmo movê-la caso necessário. Outra questão é em casos de tempestades ou chuvas muito intensas, é possível colocá-la em pisos de cimento , cobertos, para não estragar sua aventura.

Pontos negativos do iglu: Como citado, não possui área de avanço para colocar calçados, panelas e outros itens. O avanço é bastante importante para cenário de chuvas e terrenos com lama e barro.

Existem barracas de todos os tamanhos e indicações para a quantidade de pessoas que utilizarão, sendo de 1 pessoa até 10 pessoas. Uma sugestão que damos é escolher uma barraca com 1 pessoa a mais que efetivamente ficarão em seu interior, vou explicar:

Se você é um casal, o indicado para sua primeira barraca  é ter 3 lugares, pois assim um dos espaços será ocupado pelas suas bagagens, roupas, utensílios e etc. Então nunca compre a barraca do tamanho exato, compre sempre garantindo que sobre espaço para você dormir dentro e ainda ter espaço interno para guardar seus pertences. Alguns podem pensar que esse espaço não é necessário, pois você vai ter o carro, mas não se engane, pois em travessias você irá acampar muito longe do seu carro e até nos casos que seu carro está próximo, em dias de chuva você não vai querer sair a noite para pegar algo no seu carro. Pense na versatilidade.

Busque modelos com 2 portas por alguns motivos:

  1.  Para casal é extremamente importante que tenham duas saídas, vai facilitar a movimentação interna e o acesso aos seus itens.
  2.  A circulação de ar é bastante importante em casos de condensação interna e também devido ao calor quando se é verão.
  3. Há modelos com duas portas que podem ficar fechadas, pois nas portas há janelas com telas (mosquiteiro) , então  é possível dormir com essas janelas abertas ou abri-las pela manhã, que é quando geralmente se acorda suando.

primeira barraca 2 portas

Obs.: Mesmo se a barraca possui uma ou duas portas, confira se os zíperes são duplos, para que se possa colocar um cadeado(s). Esse é um detalhe importante levando em consideração que não se conhece os campistas ou se algum estranho vai invadir seu local de acampamento.

A maioria das barracas possuem o piso de polietileno que é uma lona bastante resistente, imprescindível conferir se o modelo usa esse tipo de material no piso.

Peso: Existem modelos mais leves e modelos mais pesados, dê preferência para os modelos mais leves, mas busque modelos de no máximo 3,5 kg.

Volume: Confira qual é o volume que sua barraca vai ocupar quando guardada, e verifique se há bolsa para transporte, pois é fundamental que tenha e também com alças.

Resistência: É incrível como existe uma probabilidade gigantesca de chover quando se vai fazer algum acampamento, viagem ou travessia, com isso busque uma barraca que seja impermeável e que tenha, no mínimo, 1.000 mm de coluna de água,  esse parâmetro indica o quanto a barraca aguenta a chuvas. O sobreteto é uma parte da barraca que é impermeável, mas também verifique se as costuras são seladas, isso aumenta a segurança contra a entrada de água.

Espeques: São os ferrinhos que se usa para fixar a barraca ao solo, pesquise quantos vem junto com o seu equipamento e qual material é. Algumas marcas mandam espeques extras para possível extravio ( que por sinal é fácil isso acontecer).

Varetas: Há três tipos de varetas:

  1.  Fibra de vidro: são mais comuns, mais baratas, mais pesadas e mais frágeis. De maneira geral, são elas que vem na grande maioria das barracas comercializadas no mercado.
  2. Alumínio: são mais resistentes, mais leves, e mais caras também. As barracas com essas varetas são consideradas técnicas, isto é, projetada para diferentes climas e cenários e muito usada para expedições de vários dias.
  3.  Duralumínio – Mais resistentes que as de alumínio, porém encontrados em pequenos modelos, em especial a Nepal, por ser bastante técnico.

Obs.: Não se emocione e não dê um passo maior que a perna, para sua primeira barraca, dê preferencia para as de fibra de vidro, visto que são consideradas boas e tem uma durabilidade razoável, além de ser bem mais baratas que as outras.

Sugestão Adicional Para sua Primeira Barraca

Esticadores: São cordas que deixam a barraca mais estável, são presas com os espeques ao solo e também a barraca nas suas extremidades (4  lados). São úteis para dias com muito vento ou em um trekking onde você subirá montanhas, visto que são locais com ventanias capazes de acabar com seu acampamento caso você não tenha um desses. Além de ser fundamentais para temporais. Preferencialmente escolha um modelo que venha com os esticadores inclusos.

primeira barraca

 

Considerações finais

Como dito na introdução da postagem, recomendo que façam bastantes buscas na internet antes de realizar esta compra, nem todas as barracas possuem essas características citadas, mas busquem ao máximo qual dos modelos e marcas oferecem essas características. Há também muitos reviews, que são relatos sobre os produtos, que podem te ajudar muito a fazer essa escolha. E agora a dica de ouro, não economize na compra de sua barraca, muitos modelos baratos possuem materiais de baixo custo e que podem lhe causar grandes problemas e te fazer passar  grandes perrengues, até mesmo estragar a sua trip. Como diz o ditado popular, o barato sai caro. Pensa bem na aquisição da sua primeira barraca, ela será sua companheira por vários anos.

Vou compartilhar com vocês um bom site para comprar equipamentos de camping, em específico, as barras da Quechua, que são excelente opções:

http://www.decathlon.com.br/camping/barracas

Só para finalizar, deixo como sugestão para sua primeira barraca a compra da Barraca Vênus, da Guepardo. Eu a utilizo a mais de um ano e apresenta todas as características citadas acima, mas há também muitos outros modelos e marcas que se assemelham. Enfim, façam boas escolhas e invistam nas suas aventuras.

 

Espero ter ajudado e até a próxima!

O Cânion Fortaleza fica a 23 quilômetros do centro de Cambará do Sul, dentro do Parque da Serra Geral e considerado um dos cânions mais bonitos do Brasil. Com mais de sete quilômetros de extensão  e com uma altura de 1.240 metros acima do nível do mar, é possível ver o litoral do Rio Grande do Sul, que  fica a aproximadamente 50 quilômetros.

Há 200 milhões de anos havia apenas um continente, posteriormente a uma ruptura, a América do Sul separou-se da Africa , deixando os mares e consequentemente os cânions para nós. Alguns paredões chegam a ter 980 metros de altura e a sensação que se tem lá de cima, é que são muralhas formadas pela natureza. Quando se visita o Cânion Fortaleza, se tem muito essa impressão pelo tamanho dos paredões. 

Iniciando a Aventura no Cânion Fortaleza

cânion fortaleza

Conforme a foto acima, neste ponto inicia-se a trilha que terá como objetivo o ponto mais alto do fortaleza, percorre-se aproximadamente 3km ida e volta, com duração de 40 minutos de caminhada. Na caminhada, apreciamos o local e vemos o quão grande é a região. Logo mais na trilha começa a subida ao cume.

Na metade da subida, possui uma das visões mais enriquecedoras do lugar, é um ótimo ponto para hidratação e várias fotos de diferentes poses com o fundo para o cânion. O Cânion Fortaleza em  70% dele pode ser visto deste ponto.

Chegando ao topo, possui uma visão panorâmica da região dos cânions, em especial do Cânion Fortaleza.

Após muitas fotos e um descanso, seguimos para a próxima trilha do parque:

Cachoeira do Tigre Preto

Se deslocando até ela, terá um leito de rio que é necessário atravessá-lo , porém não há nenhum perigo pela quantidade de água que passa, pois é extremamente raso.

Essa caminhada até a cachoeira, percorrerá aproximadamente 1,5km e a passará por cima da cachoeira, que também é muita rasa e nível fácil a sua travessia.

Após realizar a travessia e percorrer alguns metros , é possível e necessário olhar para trás e olhar a incrível cachoeira do tigre preto, um dos motivos para ser visitado o Cânion Fortaleza, e também tirar algumas fotos para recordar.

cânion fortaleza

A Pedra do Segredo

O parque possui sinalizações com madeiras pintadas e em formatos de setas, facilidade para localizar-se e saber para onde seguir.

Seguindo em frente daremos inicio a Trilha da Pedra do Segredo , a rocha chama atenção pelas suas características geológicas e pelo fato de estar equilibrada durante anos.

 

cânion fortaleza

Mais informações geológicas sobre a pedra , você pode conferir aqui.

ATENÇÃO: Sugerimos o aluguel de um carro com suspensão e alto para encarar essa aventura no Cânion Fortaleza ou então buscar operadoras de turismo para a condução até este paraíso, muitas empresas contratam um serviço de transporte terceirizado, que é um ônibus antigo e adaptado para percorrer os trajetos até os cânions.

Informações e dicas sobre a região podem ser acessadas pelo site oficial: http://aparadosdaserra.net/

Dica: Caso seu carro seja baixo, não se arrisque a colocá-lo neste ambiente, as pedras são muitas, inclusive pontudas, há muitos buracos, e corre o risco de ter sua suspensão ou outras partes do veículo danificada, por ser área remota, provavelmente não conseguirá um contato rápido.

Dica 2: Busque uma agência de turismo, o guia conduzira você a todos esses pontos citados,  você terá mais segurança e uma melhor experiência da sua visita ao Cânion Fortaleza.

Dica 3: O Cânion Fortaleza é lindo e um dos mais famosos pela sua parte alta, mas também sugerimos conhecer os vales que possuem na parte baixa dos cânions, pois é uma visão inversa e que vale bastante a pena um olhar de outro ângulo.

Você já pensou em reunir a família e conhecer um lugar incrível como o Cânion Fortaleza? Motive seus familiares e traga todos para viver as trips com você!

CÂNION FORTALEZA

O Ecoturismo cresce a cada ano no Brasil, isso por que o nosso país possui imenso potencial devido às nossas belezas naturais, como trilhas, cachoeiras, cânions, mirantes, diversidade de flora e fauna.

Ecoturismo ou turismo ecológico é o segmento da atividade turística que utiliza o meio ambiente como forma de atrativo turístico,  promovendo a conscientização de preservação e bem-estar.

Este ramo é também chamado turismo de aventura, pois realizar  trilhas são também consideradas uma modalidade de esporte.

A conscientização e instinto de preservação do meio ambiente são questões obrigatórias para quem ama viajar e também ama estar em meio à natureza. O turismo responsável tem grande importância sócio-ambiental, econômica e cultural. A seguir iremos te orientar com alguns cuidados e práticas para quem pratica ecoturismo.

cuide das trilhas e da natureza

  • Se você está indo a um lugar que possua trilhas já pré-definidas, o ideal é que você use-as ao invés de abrir novos caminhos. Há muita gente que tem o intuito de pegar o seu facão e criar diferentes rotas dentro da mata, mas que levam ao mesmo destino. Isso é muito prejudicial, pois você está de certa forma desmatando, atrapalhando o fluxo de animais silvestres e além disso, contribuindo para futuros trilheiros se perderem. Um exemplo disso, é as trilhas em Santa Catarina, muitas delas há bifurcações, tornando o caminho complexo para quem não pratica muito essa atividade.

 

  • Outra sugestão é você postar um facão quando estiver realizando uma trilha que não é muito convencional ou famosa. Isso por que se não há muito o fluxo de pessoas, a mata tende a tomar o  caminho e fechar a trilha. Conforme falamos acima, não é para você abrir um novo percurso, e sim manter o que já existe limpo. Assim você se ajuda, cortando galhos e plantas (na trilha) que podem te ferir ou até mesmo rasgar parte da sua vestimenta e também pensar no próximo trilheiro que estará passando pelo mesmo local futuramente.

 

Leve seu lixo consigo

A um tempo atrás, me falaram que eu deveria, como influenciador, dizer às pessoas para levarem seu lixo das trilhas, mas eu rebati, dizendo que de tão óbvio que isso era, que eu não precisava ficar dizendo. A questão é que o óbvio, sempre deve ser dito.

Com isso, lhe falo: LEVE SEMPRE O SEU LIXO EMBORA CONSIGO!

É comum todos nós levarmos alimentos para as trilhas e sobrar as embalagens, ou garrafa pet, ou saquinhos plásticos, mas é fundamental que você nunca descarte esses  resíduos na natureza, nem mesmo enterre.

Infelizmente, com frequência eu localizo lixos em trilhas, e isso me deixa extremamente triste, pois diferente da área urbana, em que há Garis ou caminhões de lixo, nas trilhas não há absolutamente ninguém que irá lá para fazer a limpeza do lugar, então por que as pessoas deixam lá?

Mesmo se houver lixeiras por perto, é recomendável que você traga de volta. Você não sabe se aquele lixo é frequentemente recolhido, muitas vezes alguém criou uma lixeira, mas não é esvaziada com frequência.

Existe uma parcela de pessoas que levam cervejas para os ambientes naturais, por incrível que pareça, essas são as pessoas que deixam lixo. Não é preconceito, nem esteriótipo, mas eu encontro muitas latinhas em meio às trilhas.

leve somente fotos e experiências

É muito comum ver pessoas querendo tirar algumas coisas da natureza, como: pedras, conchas, flores e plantas.

As plantas e flores, tem seu ciclo se vida e muitas vezes, são auto-suficientes, as pedras são marco da região, mesmo se parecem bonitinhas ou preciosas.

“Deixe somente pegadas, leve nada mais que experiências, fotos e boas energias.”

Evite fazer fogueiras

Sim, fogueiras são legais quando o assunto é acampamento, isso por que tem toda uma “vibe” e uma cultura, que combinam muito bem com marshmallow, vinho, violão e conversas aleatórias, mas também há alguns impactos, se não for bem planejado.

Fogueiras matam o solo, geram fumaça, deixam o visual alterado, além de muitas vezes causar incêndios florestais.

Para refeições, hoje existe tecnologia propícia e barata para isso: Fogareiro!

Custam relativamente barato pelo tempo de vida útil, são leves, portáteis, pequenos e quebram um ótimo galho. Além disso , o fogo concentrado de um fogareiro, irá preparar a sua refeição muito mais rápido que uma fogueira, que dispersa calor e a chama é variável.

Agora se você quer mesmo acender uma fogueira, seja por estética, ou cozinhar algum alimento, olhe bem o local onde você irá fazer, limpe o terreno previamente, faça apenas onde seja permitido e lembre-se, antes de ir embora, limpe o lugar e tenha certeza que as brasas estão 100% apagadas.

ANIMAIS SILVESTRES

Quando se faz uma trilha, você está sujeito a encontrar animais silvestres. Jamais maltrate um animal e jamais alimente esses aniamis, isso por que eles já estão acostumados de alimentarem-se com coisas que há na natureza. Você alimentando-o, ele poderá ficar acostumado com sua comida e isso irá causar uma grande mudança no sistema do mesmo.

Em meio à natureza, é muito comum encontrar animais peçonhentos, como cobras, lagartos e escorpiões. Também é extremamente comum aranhas, seja nas teias, de maneira aérea, seja no chão. Então tome sempre muito cuidado.

É muito recomendável que você use perneiras de couro, para evitar possível picadas de cobras, isso pode estragar com o seu passeio e causar sérios problemas, mas caso isso um dia ocorra, dirija-se imediatamente a um hospital da região (tem-se em média 2 a 3 horas para piorar o caso do veneno).

Caso você bata de frente com um animal, nunca mate-o ou machuque-o, saiba que é você que está invadindo o habitat dele.

PRESERVE E PENSE NO PRÓXIMO

Esses foram alguns apontamentos e dicas que são essenciais para você que ama o ecoturismo, estar em ambientes naturais, como trilhas e cachoeiras, possuem diversos benefícios, mas requer ter o conhecimento desses conceitos básicos.

Como disse no início do artigo,  o ecoturismo cresce a cada ano, em média 15 a 25%, isto significa, que cada vez mais as pessoas irão buscar explorar lugares na natureza e dependendo como é a consciência e resposabilidade desse turista, isso pode preservar ou danificar o ambiente natural.

Seja você o exemplo, faça a sua parte, preserva, cuide, divulgue com moderação, mas não esqueça que para que o atrativo natural, seja trilha, seja cachoeira, continue um lugar legal, todos nós devemos cuidar e pensar no próximo.

As duas palavras de origem inglesa se referem ao ato de caminhar na natureza, mas possuem certas diferenças entre elas. São diferenças sutis, mas que, analisadas detalhadamente, definem com exatidão o perfil de cada praticante.

Diferença entre Trekking e HikingDiferença entre Trekking e Hiking

O termo no Brasil

No Brasil o termo trekking foi adotado largamente por todas as pessoas que
praticam atividades de natureza. Já o termo hiking é pouquíssimo usado e, às
vezes, é traduzido como uma simples caminhada urbana ou o próprio trekking.
Este equívoco, muito comum entre tradutores leigos no assunto, tornou-se tão
corriqueiro que quase não se toca no assunto.

A diferença entre Trekking e Hiking

TREKKING: Para a prática do trekking fica implícito desde o início que o praticante irá
acampar, ou dormir fora de casa (podendo ser em refúgios, albergues ou
abrigos), durante o percurso que irá realizar. Por isso geralmente o percurso
conhecido como trekking consiste em uma travessia como a da Serra Fina,
Prados a Tiradentes, Petrópolis a Teresópolis, Lapinha a Tabuleiro, etc.
Para um trekking é necessário que os praticantes estejam preparados para
uma atividade física exigente. Não necessariamente é obrigatório que cada
praticante esteja no pico de sua forma física, mas devem, pelo menos, possuir
uma capacidade aeróbica boa. Por ser uma atividade que necessariamente
exige pernoite em vários lugares diferentes, além da preparação de comida, o
praticante irá carregar um volume de material muito grande.
Por isso é muito comum ver seus praticantes com mochilas cargueiras com
alto número de litragem. Isso acontece porque o praticante de trekking carrega
equipamentos para camping (barraca + saco de dormir + isolante térmico),
alimentação (comida + fogareiro + panelas) e indumentária (casaco + gorro +
luvas). Vamos nos aprofundar sobre esses equipamentos no decorrer desse
ebook.

A prática de um trekking é geralmente feita por montanhistas mais experientes
e que apreciam o contato com a natureza. Por isso é uma prática mais imersiva
na natureza pois exige além da caminhada conhecimentos de navegação
avançados e, obviamente, prática de camping e sobrevivência.
Portanto se fosse possível fazer um resumo da atividade de trekking as melhores
definições seriam:
• Caminhadas de travessias – geralmente realizada em vários dias
• Há a necessidade de pernoite no percurso – muitas vezes camping
• Mochila cargueira (capacidade acima de 50 litros) para carregar os diversos
tipos dos equipamentos
• Atividade imersiva

HIKING: Por definição o hiking é uma caminhada de curta duração, preferencialmente
de poucas horas, e que não envolve nenhuma atividade de camping ou
pernoite. Um hiking é, por exemplo, uma caminhada no estilo ”bate e volta”
muito comum em parques, assemelha-se muito a um passeio contemplativo
com o compromisso de voltar ao ponto inicial no mesmo dia. Porém em
parques que primeiramente os praticantes deixam os pertences em um refúgio,
saem para caminhar e após algumas horas voltam a este mesmo refúgio é,
necessariamente, um hiking.

O grau de dificuldade, tanto do trekking quanto do hiking, não influi na definição
das duas atividades. Por mais fácil, ou difícil, que seja um hiking o ato de sair
do ponto A e algumas horas voltar a este mesmo ponto caracteriza um hiking.
A escolha da quantidade de paradas para comer ou descansar também não
influi no conceito de hiking. Por sempre envolver deslocamentos relativamente
curtos, para que possibilite voltar ao ponto inicial, a atividade é considerada
mais “segura”. Entende-se por segurança a noção de monitoramento da pessoa,
ou do grupo, ao final da atividade. Alguém que não volta de um hiking em um
determinado horário é procurada muito mais rapidamente.
Teoricamente em um hiking não é necessariamente preciso que os praticantes
estejam em boa forma física. Claro que isso vai depender do grau de dificuldade
do percurso a se realizar. Obviamente que uma pessoa com saúde debilitada,
ou estado físico ruim, sentirá muita dificuldade em um hiking mesmo que seja
curto e totalmente plano.

Na prática do hiking a quantidade de equipamentos a carregar é sensivelmente
menor do que a de um trekking pois, como explicado, não haverá necessidade
de pernoite e é sabido que os praticantes voltarão ao final da atividade ao
mesmo local de saída. Por isso o equipamento mais comum de um praticante
de hiking é a mochila de ataque, pois é leve e permite levar somente o essencial
para uma atividade “bate e volta”.

Portanto se fosse possível fazer um resumo da atividade de hiking as melhores
definições seriam:
• Caminhadas “bate e volta”
• Não há pernoite no percurso
• Mochila de ataque (abaixo de 35 litros) pois há a necessidade de carregar
pouco equipamento
• Atividade contemplativa

 

Quais lugares servem para Trekking e Hiking?

Para os praticantes de Trekking, os lugares são os mais intocados possíveis, lugares de difícil acesso, geralmente sem infraestrutura, sem internet, sem restaurantes, sem hotéis, sem hospitais ou postos de saúde. Um engano de muita gente é achar que Trekking é somente praticado em montanha, e aí que há o engano, pois há muitas travessias que nem sequer há subidas ingrimes.  Um exemplo é a Travessia da Ferrovia do Trigo, de Guaporé/RS a Muçum/RS.

Já o Hiking, como é uma caminhada de somente um dia, geralmente há uma cidade próxima, há prestadores de serviços e estabelecimentos. Muitas trilhas são em parques bastantes estruturados, citando aqui no Rio Grande do Sul, temos o Parque das 8 Cachoeiras, Parque da Ferradura, Parque do Caracol, Parque Sperry, Parque das Cascatas, e etc.

Qual dos dois é o mais perigoso?

Nunca pode subestimar ambas atividades, pois elas duas são em ambientes naturais. A prática de hikking certamente é mais segura, devido a complexidade que a modalidade de trekking oferece. Para se fazer trekking, é primordial que o aventureiro tenha os equipamentos adequados, isto é, mochila cargueira, capa de mochila impermeável, bota de trilha, fogareiro, barraca, isolante térmico, saco de dormir, lanterna, óculos, roupas leves e específicas de trilhas.

Viva sempre novas experiências!

Talvez você seja aquele aventureiro que fará somente hiking, mas eu recomendo fortemente que um dia você experimente também um trekking. Isso por que são modalidades bastante diferentes, onde você vai desafiar-se e conhecer seus medos, limites e conhecer a si mesmo.

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Diferença entre Trekking e Hiking

A Trilha da Lagoinha do Leste fica localizada na parte sul da ilha, a praia é acessível por duas formas: barcos ou trilha. A melhor forma? certamente é via trilha e há duas trilhas que dão acesso: via Matadeiro e via Pântano do Sul.

Via Pântano do Sul: A trilha dura cerca de 1h30min, mas bem cansativa devido às subidas que possui. A parte boa é que possui estrutura, isto é, escadinhas durante várias partes do percurso.

Via Matadeiro: A trilha dura cerca de 3h e não possui metade da infraestrutura comparado via Pântano. A parte boa, é que é a trilha mais linda de Florianópolis, na minha opinião. Certamente vale a pena você optar por esse caminho. Nós fizemos a trilha via Matadeiro e vamos compartilhar algumas fotos para você ficar ciente e motivado a também optar por esse caminho.

É recomendado que você vá com os equipamentos adequados como mochila, bota, chapéu, repelente, protetor solar, lanche e água, por mais que haja vertentes ao longo do percurso.

Vale a pena a Trilha da Lagoinha do Leste?

Sem dúvida, esta é uma trilha que precisa estar no seu currículo de trilhas. As paisagens que se encontra durante o caminho, as fotos que rendem e a praia que você acessa, vão ficar pra sempre marcados em sua memória.

Sugestão: Indico demais que vocês façam essa trilha em formato de travessia: comecem via praia de Matadeiro, cheguem até a Lagoinha do Leste e retornem via Pântano do Sul. Assim vocês não irão voltar pelo mesmo lugar e conhecem ambas as trilhas de uma única vez.

Caso você tenha ido de carro e estacionado na praia da Armação, não tem nenhum problema, quando você chegar no Pântano do Sul, logo depois da saída da trilha, você avistará a parada de ônibus, só embarcar e descer na Armação, dura cerca de 15 minutos!

Ida via Matadeiro

Nossa aventura começou pelas 10h, estávamos eu e a Ritieli, tiramos 5 dias para ficar na ilha e estávamos sem carro e acredite, é possível fazer tudo de ônibus e sem grandes dores de cabeça, só ter a tabela de horário e saber quais linhas pegar.

Havia marcado de encontrar minha família na praia da Armação, eles vieram de Porto Alegre e chegaram direto para fazer a trilha. Estava um dia lindo e bastante quente, inclusive.

Atravessamos toda praia da Matadeiro e a trilha começa no fim dessa praia, encima de uma calçada com algumas casas.  O caminho de concreto é bem curto, em seguida começa efetivamente a trilha.

Irá ter algumas bifurcações ao longo desse primeiro caminho, é importante você saber que nas bifurcações, você deve pegar a trilha da DIREITA. O outro caminho é alternativo e leva para os barrancos do morro, não aconselho.

Muitos caminho da trilha são em mata fechada, que por sinal é bem bom devido ao forte calor que é no verão, mas também há muitos momentos que você está exposto ao sol e por isso é muito importante você “ensopar-se” de protetor solar.

A melhor parte da trilha é lá pelas 2h, quando você chega no costão, um visual incrível e uma visão 360º que te faz perder o folego. Você está já a nível alto mar e a água é azul, você enxerga de bem longe a praia e quando olha pra frente, vê morros gigantes e muito convidativos a você chegar no topo.

Trilha da Lagoinha do Leste

O momento mais especial da trilha é neste parte: A vista para a Lagoinha do Leste. Esse é o auge da trilha, é onde você muda totalmente o seu visual e tem uma visão incrível da praia, da lagoinha de água doce e dos morros. Neste momento é uma boa hora de sentar, comer algo, hidratar-se e bater muitas fotos!

Trilha da Lagoinha do Leste

Lagoinha do leste

Como dizem, é uma praia incrível e muito preservada devido ao seu acesso ser um pouco mais difícil que outras trilhas.  A água do mar é bastante gelada e possui bastantes ondas. Uma ótima opção é aproveitar a lagoa e tomar um banho , ela não é funda e considerada bem extensa. Ao lado da lagoa, muita gente acampa no meio dos arbustos e árvores, é um dos poucos lugares da praia que possui sombra.

Uma dica: Quando você estiver descendo para a areia, logo no fim da trilha, há uma bica (água de vertente) onde você pode reabastecer suas garrafas d’água.

Você vai caminhar pouco e logo se deparará com a lagoa de água doce, vale a pena um banho nela, apesar de às vezes estar bem gelada a água.

Morro da coroa e pedra do surfista

Muita gente procura a Lagoinha do Leste devido a esse lugar: o Morro do Coroa e as famosas fotos na Pedra do Surfista. No instagram é o que mais se vê, só que muita gente não sabe como é para chegar nesse incrível pico, só sabem que querem ir.

O início da trilha não é identificado por placa, então é um pouco no “achometro”, talvez você encontre alguém subindo também ou descendo e isso facilita para encontrar onde é.

O que eu posso lhe adiantar é que não é uma caminhada, é uma escalada. O morro mais ingrime que subi na minha vida, demora cerca de 30 minutos para você chegar no topo, e esse tempo é totalmente relativo, pois você precisara parar muitas vezes para entrar ar no seu pulmão, tomar água e continuar.

Diversos pontos você terá que usar ambas mãos para conseguir subir, e muita força na perna é algo obrigatório para você ter êxito.

Todo esforço vale a pena assim que você chega no cume, olhar a praia de outro ângulo e descansar naquele lugar, com uma visão panorâmica que você nunca viu antes.

Trilha da Lagoinha do Leste

E claro, você é obrigado a tirar uma foto na Pedra do Surfista , uma pedra linda e comprida que rende fotos incríveis. Também há várias outras pedras  que ficam legais nas fotos, mas como estávamos cansados e com pouco tempo, ficamos somente nessa.

Como qualquer ponto turístico, se você for em um feriadão ou final de semana, provavelmente terá uma fila para você pisar nessa pedra!

Certo! você subiu, teve aquela visão 360º e bateu muitas fotos nas pedras! Agora tem que descer e vem cá, que descida hein!!! Se você tropeçar, capaz de sair rolando.

 

Até a descida desse morro tem que tomar cuidado, pois escorrega bastante os pés no areião e algumas pedras podem estar soltas.

 

Também terá que usar uma força nas pernas para trancar o peso do seu corpo, senão ele vai pra frente como num passe na mágica.

ESTRUTURA

A praia não possui banheiro, muito menos restaurante. O que há por lá é um quiosque que vende algumas bebidas e comidas. Bom, melhor do que nada né, a questão é que o valor é um pouco salgado… mas também, entendemos que é difícil ter um “negócio” nessa praia, pela logística.

Nós compramos uma água para poder começar a segunda parte da trilha, já que ir até a bica, lá no pé do morro do outro lado, seria gastar uma energia que nós nem tínhamos mais.

Ah, e caso você estiver bastante exausto com todo esse passeio, muitas vezes existem pescadores que fazem o retorno das pessoas de barco. É uma opção caso você precise.

O RETORNO - VIA PÂNTANO DO SUL

Tudo muito lindo e maravilhoso, mas tem que ir embora. Há duas opções: via Matadeiro ou via Pântano do Sul. Eu recomendo fortemente que você volte pelo Pântano por alguns motivos:

  1. Mais próximo
  2. Menos tempo
  3. Mais estrutura (há degraus de madeira e alguns bancos)
  4. Há sinalização

Mas também preciso ser sincero e te contar a parte negativa: MUITA SUBIDAAAA!! Se você optar, assim como eu, de conhecer o Morro da Coroa, suas pernas estarão exaustas e essa subida via Pântano, vai acabar com suas pernas.

Não desanime, você sobe sobe sobe, depois desce e logo logo estará próximo a parada de ônibus para ir até seu carro que estará na Armação.

Trilha da Lagoinha do Leste

Como toda e qualquer trilha, há esforço físico, há cansaço, há alguns arranhões e dores, mas compensa cada minuto que você estiver nesse paraíso.

Quando você postar suas fotos, usa a nossa hashtag: #vivalastrips, que iremos divulgar sua aventura em nosso instagram!

Preciso confessar: acho que nasci em uma trilha. Não é possível gostar tanto de estar no meio do mato, de colocar o pé na lama ou na água, de fazer escalaminhadas ou até mesmo ter que se segurar em todas as árvores pra poder descer um barranco, de escorregar e cair de bunda no chão ou até mesmo ficar com as pernas cansadas de tanto terreno irregular.

Muita gente não gosta: talvez por inexperiência, talvez por não gostar da natureza, talvez por não gostar de passar perrengue, mas uma coisa lhe digo: as melhores paisagens, os melhores momentos e lembranças, se dão depois de uma trilha, seja para chegar a um mirante, topo de montanha, cachoeira, rio.

Faço trilhas desde pequeno e tenho a impressão que farei até os 90 anos de idade ou até o corpo permitir.

Pra quem é recomendado fazer trilhas?

É recomendado para quem quer aventura! sair do sofá, da frente do computador ou smarphone, pra quem trabalha a semana inteira e não vê a hora de relaxar, pra quem estuda horas e horas em uma faculdade ou curso, pra quem fica entendiado de apenas sobreviver.

Fazer trilha é viver e muito mais do que isso, é aproveitar cada minuto o contato com a natureza.

Não tenho experiência nenhuma, como faço?

Relaxa, ninguém nasceu sabendo fazer nada. Alguns tem facilitada para alguma atividade, o resto é aprimoramento. Para quem está começando, é preferível que você escolha as de nível fácil, com poucas inclinações, pouco tempo de duração. Separamos 12 dicas muito importantes para você ter ciência antes de pôr a mão na massa, ou melhor, o pé na lama:

Parece óbvio para alguns, mas é preciso ser dito. Quando fazemos trilhas de 1 dia (também conhecido como Hikking), é preciso que você leve o essencial: lanche, água, roupa seca caso for se molhar, celular, câmera fotográfica, boné, óculos. Quando menos peso, mais desempenho você terá e menos cansado você ficará.

Pense bem, você está indo curtir algumas horas, não se mudar para o meio do mato. Cuidado para não levar itens que não serão úteis para a sua atividade.

Raramente alguém vai sozinho para uma trilha, mas é importante você saber que problemas podem acontecer, tais como: você ficar perdido, possíveis traumas ou torções, encontrar algum animal peçonhento no meio da trilha, ficar sem alimento e forças para conseguir voltar, caso seja longa.

O ideal é que seja um grupo pequeno, entre 2 a 20 pessoas. Muita gente em uma trilha é terrível para o meio ambiente e as chances de um atrapalhar o outro, é grande.

Caso você não tenha companhia e mesmo assim queira se aventurar, busque trilhas fáceis, curtas e auto-guiadas (aquelas com plaquinhas durante o trajeto).

Um ponto muitíssimo importante é o que você veste para uma trilha, todo mundo deve saber que tem que ser roupas confortáveis e leves, mesmo assim eu ainda vejo muita gente com roupa jeans nas trilhas e calçados inadequados para uso casual.

Claro, eu entendo que muita gente quer ir bonitinho para a trilha para bater boas fotos, porém de nada adianta sair bem nas fotos e passar trabalho com locomoção e até mesmo escorregar e ter a chance de estragar a sua aventura.

É muito importante ir com roupas flexíveis, leves, frescas e que permitam a transpiração, até por que no meio do mato muitas vezes não bate vento, então fica um clima muito quente. Também é fundamental que, em dias nublados e em épocas de temperatura normal, você leve um casaco fino, pois muitas vezes a temperatura cai bastante em regiões com muitos morros e mata atlântica.

Estar com uma roupa adequada, vai te dar ótimos momentos ao invés de sofrimento.

Uma trilha é uma atividade física como qualquer outra e por conta disso, antes de começar uma trilha, é sempre bom você fazer alongamentos das principais articulações e músculos que serão usados, em especial, nas pernas. Também é possível que você dê uma corridinha de 1 minuto (trote) para aquecer seu corpo e articulações.

Isso vai te dar uma maior desempenho e vai evitar possíveis câimbras ou torções. Pegue esse hábito e você verá a diferença.

Nem pense em levar um marmita para a trilha. Você estará em uma pratica de atividade física, com talvez pouquíssimo tempo para comer. Geralmente as paradas para refeições são de 10 a 20 minutos e você não vai querer comer feito louco e ficar pesado né?

Levar lanches rápidos e leves são o ideal, algumas dicas são:

Sanduíche natural, pastéis, pizza de aniversário, panquecas, salame, queijo, amendoim, barras de cereais, frutas (maçã e banana), bolachas, etc.

O consumo de água durante um atividade física é essencial, isso por que você desidrata muito fácil e com o suor da caminhada, isso só piora. O indicado é que cada pessoa leve consigo no mínimo 1 litro d’água, considerando 500ml para ir e 500ml para voltar. Esse número é relativo e muda de acordo com a duração da trilha e sua dificuldade como um todo.

Quando há trilhas com muitas subidas, recomenda-se levar 2 litros por pessoa. Mas também sabemos que o peso de uma água conta bastante para o desempenho, mas pense bem: melhor você levar uma mochila mais pesada do que não conseguir terminar uma trilha por desidratação.

Pegando esse gancho, é legal as mochilas que possuem nas laterais os espaços para pôr garrafas, isso faz com que você carregue outros itens no espaço interno da sua mochila e as águas, que devem ficar de fácil acesso para o consumo, fiquem ao lado de fora.

Outra ideia bastante lega, são as bolsas de hidratação. Uma marca bastante famosa nesse nicho é a Kamelback, referência e um produto incrível. Muita gente usa nas trilhas para facilitar o transporte (fica o refil dentro da mochila) e uma mangueira na parte externa para facilitar o consumo.

Preservar o meio ambiente é fundamental para manter a saúde do planeta e de todos os seres vivos que moram nele. Para celebrar o esforço em proteger os recursos naturais,

A ecologia é a ciência que estuda as relações entre os seres vivos e os meios onde vivem..
Os seres humanos só conseguem sobreviver graças à natureza. Afinal, usamos os animais e plantas para nos alimentar, água para beber e tomar banho, e muitos outros recursos que nem percebemos.

Você já pensou que a cadeira onde sentamos é feita de madeira, que veio de uma árvore? Grande parte das roupas é feita de algodão, que também vem de uma planta.

Proteger a natureza não é só cuidar da Mata Atlântica, mas sim preservar cada lugar por onde passamos e cada ser vivo que encontramos pelo caminho.

 

Preserva a natureza, jamais deixe lixo nas trilhas e não alimentem os animais silvestres. Se queremos fazer trilhas por muitos anos, temos que estar conscientes sobre essa questão.

Fazer trilhas também é parceria. Muitas vezes você pode precisar de uma mãozinha em algum ponto critico ou alguém pode precisar de você também.

Em diversos momentos há barrancos ou pontos que é difícil a passagem e muitas trilhas não possuem estrutura como cordas e cabos de aço, então o auxílio mútuo é muito importante, ainda mais se for se seu amigo ou talvez mesmo que não seja, mas alguém de mais idade, alguém mais frágil.

Não somente nesse aspecto, mas você ajuda o próximo quando compartilha algum alimento com alguém que está precisando, compartilhar um carbogel, uma fruta, uma água.

Quando se faz trilhas acompanhado, você tem que ter o espírito de equipe e muitas vezes é isso que fará com que todos os integrantes consigam ter êxito.

Isso mesmo que você leu, não seja ousado em uma trilha.

Já vi muitas pessoas andando rápido em trilhas e depois caindo. Há vários problemas que podem acontecer se você não ir com cautela:

  • Torções
  • Fraturas
  • Tropeçar e quebrar algum equipamento
  • Derrubar alguma pessoa que está na sua frente
  • Cair em algum barranco ou buraco
  • Se perder e não encontrar o caminho de volta

Também um cuidado que deve se tomar é com locais escorregadios, como por exemplo, em cachoeiras e rios.

Qualquer problema que dê no meio do mato, você provavelmente não conseguirá chamar ninguém, pois o sinal de celular não funciona e o pronto-atendimento mais próximo pode ficar a horas de onde você se acidentou.

Isso não é uma ordem, nem uma regra, mas é comprovado que a bota é o melhor calçado para trilhas. Muitas vezes não é muito confortável quanto a um tênis de corrida, pelo seu amortecimento, porém a sola de uma bota dá de mil a zero em uma sola de um tênis comum.

Preze pela sua fixação ao solo, por não correr risco de escorregar e estragar a sua aventura, nós temos um artigo aqui no blog que explica bem as vantagens e desvantagens de você ter uma bota.

Se você estiver acompanhado na trilha, seja com seu parente, seja com namorado, seja com amigos, jamais se separe deles. Não pelo só pelo fato de vocês se perderem, mas de um precisar do outro. Como citei na dica 8, ajude o próximo e seja também ajudado caso necessário.

Fora que fazer trilha em grupo é muito mais legal, geralmente o ambiente fica descontraído, mais leve, passa mais rápido, fica menos difícil e dolorido. Então esteja sempre com seu grupo e lhe prometo que será muito melhor do que você andar sozinho e ocorrer algum problema.

Talvez a dica mais importante de todas! Vá no seu ritmo. Não se sinta pressionado se o coleguinha na sua frente está mais rápido que você, cuide bem onde você pisa, onde você se segura, aproveite o ambiente e não somente ande.

Olhe ao redor, você está na natureza, ao som de pássaros e folhas balançando, não há por que correr. Eu por exemplo, gosto de fazer a trilha com calma, sabendo bem onde vou pisar para que não ocorra nenhum acidente, eu respiro o ar puro, olho ao meu redor o ambiente, converso com as pessoas, bato uma foto, e não sinto pressa em chegar ao local, muito menos quero competir com alguém.

Eu tenho o meu ritmo e quem está atrás de mim que espere.  Cada pessoa tem uma condição física pessoal, alguns mais rápidos, outros nem tanto, mas o  que  realmente importa é que todos cheguem no destino e que todos voltem para seus lares. Vá no seu ritmo e assim, você vai muito mais longe!

DICAS EM TRILHAS

Desejo a todos vocês muitas trilhas, afinal, existe um hobbie melhor que esse? Até hoje eu não encontrei.

Pouca gente houve falar do município de Santa Maria do Herval/RS, mas nessa cidade há diversas belezas naturais, ao todo são quatro quedas d’água e uma delas  é a Cascata Marcondes e dela que falaremos a seguir.

Detalhes sobre a Cascata Marcondes

Localizada há 10 km da cidade e cercada por mata nativa, a cascata possui cerca de 35 metros. Para o seu acesso é necessário realizar uma trilha e seguir o leito do rio. 

O acesso é por meio de uma propriedade particular  ou é possível avistá-la  de longe da estrada de chão (Estrada da Boa Vista), inclusive é onde no Google Maps ela é sinalizada.

cascata marcondes

Operadora de turismo

A melhor maneira de você explorar essa cascata e inclusive fazer um rapel nela, é contratar o pacote da agência Trilhas do Sul

O roteiro se chama Noite na Cabana. Vivenciamos a experiência do roteiro e vamos contar um pouco como foi.

Embarcamos pelo transporte da empresa em Porto Alegre às 07h e o percurso até a região são cerca de 1h e 30 minutos. Por ser um roteiro de fim de semana, no sábado  é realizada uma caminhada pelas estradas da região até o ponto que se vê a Cascata Marcondes de longe. Também no mesmo dia é realizada uma  trilha pela em mata fechada, em que é necessário bastante cuidado com animais peçonhentos e por ser descida de barrancos até o leito do rio, de lá seguimos costeando e transpondo obstáculos, há diversas piscinas naturais e pontos para tomar banho. Mas o prêmio é só no final, então seguimos em frente até chegar no nosso objetivo: A Cascata Marcondes.

cascata marcondes

O lugar é perfeito para tirar ótimas fotos e até mesmo um banho. Então no primeiro dia conhecemos bem a cascata e curtimos a paisagem, as trilhas e as pessoas. O lugar fica em meio a mata nativa e naquela ocasião é impossível pensar nos problemas ou nas demandas que temos, apenas a contemplação da natureza e ouvir o barulho da água, essas experiências não tem preço.

cascata marcondes
cascata marcondes

Bem próximo a Cascata Marcondes, há uma cabana bastante rústica e com quarto coletivo, cozinha, banheiro, sacada e uma grande área com uma mesa e fogão campeiro. Após nos estalarmos, o dia já havia valido a pena pela aventura que tivemos em relação às trilhas, banho e caminhadas, mas a noite nos esperava um delicioso jantar: entreveiro no pão, feito no fogão campeiro. Alguns companheiros de aventura foram de vinho e alguns foram de cerveja bem gelada. O papo estava rolando e a galera interagindo bastante, mas todos sabíamos que no domingo o bicho ia pegar.

cascata marcondes

Acordamos no domingo bem cedo, tomamos um café da manhã caprichado com direito a pães,frutas, nega maluca, queijo colonial e um café preto para espantar o sono. 

cascata marcondes
Andressa, Sabine, Vagner, Guilherme, Ritieli e Mateus

Após o café, começamos a colocar os neoprenes e nos prepararmos psicologicamente para a descida de 35m de rapel na cachoeira. Instruções foram passadas, o rapel foi montado pela equipe da Trilhas do Sul, a coragem foi vindo aos poucos e o pânico vinha acompanhando. 

cascata marcondes

Era meu primeiro rapel, então por natureza o nervosismo já estava me dominando, as pernas tremendo e pensando: será que vou conseguir? Nunca tive medo de altura, mas eu olhava para baixo e parecia sinistro a força que a água caia. Não era um rapel comum no seco, era um cachoeirismo ou cascading, como alguns chamam. Devido à situação não estar muito favorável, resolvi ser o primeiro a descer, o instrutor Vagner me acompanhou na descida e foi me conduzindo, dizendo onde era para pisar, como eu devia me posicionar na cadeirinha, e me passava confiança a cada momento, a cada passo que eu dava. Era necessário naquela hora acreditar nas instruções, não ligar com a água batendo na cara e permanecer firme. Infelizmente, não há como ser muito firme com a queda d’água te jogando para um lado e para o outro,a mão cansava de travar a corda, o pé escorregava muito, mas com garra consegui chegar até o final e nadar até as pedras. Confesso que cheguei tremendo, mas a experiência foi incrível. Eu e a Ritieli fomos guerreiros e concluímos o nosso desafio com sucesso.   

cascata marcondes
cascata marcondes
cascata marcondes
Mateus, Ritieli, Vagner, Sabine, Tiago, Guilherme e Harry
cascata marcondes

Hoje percebo o quão importante é fazer uma atividade vertical com pessoas qualificadas e que te passam confiança. Além disso, tenha habilidades de resgate, de primeiro socorros e que sabem se posicionar em momentos difíceis, em especial, quando bate o medo.

Pré-requisitos

Não é necessário ter experiências anteriores com trilhas ou rapel, se você for com a empresa citada acima, eles vão ensinar  e ajudar em tudo para que você tenha a melhor experiência possível do lugar. Atualmente é realizado um rapel guiado na Cascata Marcondes, devido a questões de segurança. 

O único pré-requisito que é necessário é sair da zona de conforto. Sem dúvida que será um final de semana inesquecível. 

 

Empresa recomendada

Trilhas do Sul – Turismo de Aventura
http://www.trilhasdosul.com.br/

trilhasdosulaventura@gmail.com

(51) 98200-4181 (Tim)

Se você achou este artigo pelo Google, certamente está interessado(a) em conhecer o Mirante Gelain, localizada em Flores da Cunha/RS. É uma cascata fantástica, a seguir vamos lhe falar algumas informações e detalhes para você realizar esta trip.

Informações do Mirante Gelain, em Flores da Cunha/RS

O Mirante Gelain é um mirante ou belvedere, localizado em Flores da Cunha, o local é de fácil acesso e todo mundo da região vai até o mirante para aproveitar e tomar um chimarrão, com vista ao vale. O local é público, mas atualmente é administrado pelo Sr. Marcos, um aventureiro que ama aquele lugar, e por conta disso, ganhou a concessão para realizar a gestão.

Mirante Gelain

Muita gente que é praticante de rapel, busca o mirante para treino ou até para lazer mesmo. Há na região várias operadoras de rapel que comercializam ali as suas atividades, do lado direito da plataforma, estão as ancoragens. Você faz a descida e retorno por uma trilha bastante ingrime.

Mas por que vale a pena ir? bem, se você é de longe, eu recomendo somar esse lugar a outros atrativos da região, mas vale a pena dar uma passadinha, isso por que, você tem a incrível visão do vale e do rio das antas.

O local possui um quiosque, que é administrado pelo Marcos, em que ele serve refeições e lanches. Para almoço, é somente por agendamento prévio, mas a qualquer momento, ele pode lhe preparar umas fritas, pastéis e até mesmo um suco de polpa de goiaba, que foi a melhor que já tomei na vida, parece um sorvete!

Um dos motivos de muita gente ir até o Mirante Gelain, é por conta da Cascata Bordin, ela é bastante alta, mas infelizmente muita gente do município anda represando a água (fev/2019) para regar plantações. Por conta disso, o visual da cascata não fica muito atraente.

Caso você queira, é possível ir até a base da cascata, mas nós não chegamos a fazer a trilha. Conforme o Marcos, passa-se por umas fendas e é bastante difícil a trilha de ida e volta.

Há no local uma plataforma de concreto, proporcionando uma linda visão do vale e até legal para se bater umas fotos. O que falta na plataforma são bancos, ao meu ver, para sentar, apreciar a vista tomando um amargo chimarrão.

O local é público ou privado?

As terras foram doadas pela família Gelain, e hoje pertence à prefeitura de Flores da Cunha. Mas o acesso é livre, a qualquer momento.

Quanto custa?

Não há cobrança de ingresso para acessar o Mirante Gelain, isso é muito positivo, mas não deixe lixo no local, até por que há lixeiras, e também não faça bagunça, pois o responsável pela gestão, reside por lá também.

Tem trilhas na propriedade?

Como havia citado, há uma trilha que leva até a Cascata Bordin, mas é bom falar com o Marcos para ele passar as instruções e dicas. De maneira geral, pouca gente faz a trilha, a grande atração é a vista do vale.

Mirante Gelain

localização

O Mirante Gelain fica no Travessão Alfredo Chaves, no interior de Flores da Cunha, a 11km do centro da cidade. É de fácil acesso e é asfaltado até quase a entrada, com pouca estrada de estrada de chão.

 

Basta você pôr no GPS e vai dar tudo certo!

Além deste atrativo, tem algum outro lugar para ir em Flores da Cunha ?

Ainda não conhecemos outros atrativos, mas muito próximo, possui Nova Pádua, que esconde várias cachoeiras e trilhas.

Você já deve ter ouvido falar no Parque das 8 Cachoeiras, em São Francisco de Paula/RS, porém talvez não da Trilha das Gêmeas Gigantes. A trilha dá acesso a Cachoeira das Gêmeas Gigantes e é a mais alta cachoeira do parque e uma das mais altas do Rio Grande do Sul. 

O Parque das 8 Cachoeiras é um lugar privilegiado com 130 ha de mata atlântica virgem intocável, com vales, cerros e cachoeiras, além de uma enorme variedade de animais silvestres. Localizado em um ponto estratégico. Localizada a 2,5km do lago São Bernardo.

Trilha das Gêmeas Gigantes?

Quando se escuta esse nome não se entende muito do por quê, só cai a ficha quando se chega até a cachoeira e se espanta pelo seu tamanho. Para falar a verdade, ela é tão gigante que é quase impossível conseguir tirar uma foto dela inteira, mesmo deitando-se no chão. Mas o nome foi dado pelo fato da cachoeira ter 2 feixes de água que caem paralelamente, como se fossem 2 quedas.

 

Trajeto

Saímos de Porto Alegre pelas 06h10min, fomos pela RS-020 que apesar de ter mais curvas, não se paga pedágio e é mais perto. Chegamos em torno das 08h35min no nosso destino. O parque conta com um grande estacionamento. Estacionamos próximo aos banheiros, ali já trocamos de roupa, passamos repelente e protetor solar e começamos nossa caminhada. 

Início da Aventura

O início da trilha é bem tranquilo, com bastantes placas, aberto, porém começamos a descida levemente. O caminho é o mesmo para a Cachoeira do Quatrilho. Sempre notamos a presença das placas nesse início, a sinalização do parque é muito boa. 

trilha das gemeas gigantes

Na Trilha das Gêmeas Gigantes, vemos que o caminho é todo auto-guiado, isto é, não é obrigatório a presença de uma guia, apesar de ser recomendado caso você não seja muito experiente em ambientes outdoor. 

Existem marcações amarelas por todo o caminho, em muitos momentos elas aparecem em pedras, muitos outros ela aparece nas árvores. Então, basta você ir seguindo a trilha e as sinalizações amarelas pelo caminho. 

Trilha das Gêmeas Gigantes

Para evitar que o trilheiro se perca, há flechas que indicaram o caminho a seguir, também prezando pela segurança, há uns arames, escadas, cabos para apoiar-se nas descidas mais ingrimes ou até mesmo no retorno, já que a volta é mais complicada pela desgaste físico. 

Durante a trilha , há muitas pedras soltas e lisas dando grandes chances para um resbalo ou queda, então é muito recomendado que você vá com uma bota de trilha, pois a bota possui travas no solado e  cano alto, evitando uma possível torção no tornozelo.

Trilha das Gêmeas Gigantes

Há diversas cascatas durante o caminho, perfeitamente posicionadas para uma pausa para beber uma água e tirar umas fotos. 

Trilha das Gêmeas Gigantes

Importante salientar que na Trilha das Gêmeas Gigantes  molha-se os pés, e muito na verdade, pois são aproximadamente 22 travessias no rio Malakow e em algumas vezes a água chega na altura do joelho. Antes que você se apavore, não é igual a Trilha do Rio do Boi, pois o nível do rio de maneira geral é baixo e pouca correnteza. Mas há momentos que é necessário caminhar por dentro do rio, pois são partes que não há trilha nas margens, por terra.

Fomos durante o verão, dia 21 de Janeiro de 2017, e aproveitamos muito as piscinas naturais durante a trilha e a própria cachoeira. Um ponto positivo da cachoeira, é que ela é rasa, então propicia muita gente a banhar-se na sua água, mas como qualquer cachoeira, é bem gelada. Uma foto de baixo da queda d’água fica sem dúvida incrível. 

Trilha das Gêmeas Gigantes

Falando sobre a queda, é mais fácil e seguro ir até de baixo da queda, inclusive, eu recomendo você deitar naquela pedra e sentir a água, é revigorante!

Trilha das Gêmeas Gigantes

Vai perder de conhecer uma cachoeira de 98 metros de altura em meio da mata nativa? Programe-se e faça a Trilha das Gêmeas Gigantes! 

Dados importantes

Tempo

O tempo é muito relativo, depende do tamanho do grupo e das condições físicas de cada trilheiro. Mesmo assim o tempo aproximado de duração é de 5h30min de caminhada, ida e volta.

Distância

São cerca de 7,5km de trilha, sendo ao total 15km, ida e volta. Por esse motivo, não é permitido o início da trilha após às 12h00min.

Nível

Esta trilha é de nível 5 pelo parque, isto é, considerada difícil e não é recomendada para pessoas sedentárias, idosos e problemas cardiorrespiratórios.

Ingresso

O valor individual para visitação ao parque atualmente está em R$ 20,00.

Hospedagem

É possível hospedar-se em chalés ou na área de camping.

Aventura

O parque possui tirolesa, arvorismo, parede de escalada e rapel.

Se você achou este artigo pelo Google, certamente está interessado(a) em conhecer a Cascata do Moinho, localizada em Progresso/RS. É uma cascata fantástica, a seguir vamos lhe falar algumas informações e detalhes para você realizar esta trip.

Informações da Cascata do Moinho, em Progresso/RS

A Cascata do Moinho é mais uma cascata que entra pro rol de mais altas do Rio Grande do Sul, ela possui cerca de 98 metros de altura e conta com um imenso paredão, onde a água cai escorrendo ou até uma queda livre, dependendo do volume de água.

Essa cascata possui esse nome pelo fato de haver um moinho que funcionava há alguns anos, e esse moinho é possível ainda ser visitado e enxergado. Ele fica na parte alta da cascata, onde há uma placa de orientação, você faz uma pequena trilha e já chega ao moinho abandonado.

Cascata do Moinho Progresso
Cascata do Moinho Progresso

Há duas formas de se chegar a essa cascata: a forma gratuita e a forma paga. Vamos aqui dizer sobre ambas.

 

A forma gratuita, é por uma propriedade privada de um agricultor, indo pela estrada de cima, passando por cima de uma porteira e descendo em direção ao rio e seguindo o leito até a queda. Moradores locais indicam que muita gente vai por ali e que não há problema. Na primeira vez que fui, testei esse caminho, passei por um agricultor que estava dentro da lavoura, mas ele nem me deu bola e deixou eu passar. A questão é que esse acesso é um pouco arriscado, por ser propriedade privada e também por que há muita lama dentro desta propriedade.

A segunda forma, é pelo Sitio Campiol (basta pôr no GPS). Chegando ao sítio, é cobrado um valor de R$ 5,00 para visitação e realização da trilha. É uma trilha bastante cuidada, pois é a entrada oficial a cascata, inclusive, usado pelas empresas de turismo.

Eu sugiro fortemente que você escolha ir pelo sítio Campiol, os proprietários são super gente fina, é uma trilha aberta e bem cuidada, há banheiro no local, há área para estacionar o veículo e assim você ajuda os moradores a manter a trilha cuidada, através dessa pequena ajuda de custo.

Cascata do Moinho Progresso

A Cascata do Moinho não represa a água, infelizmente. Então não é propícia para banho, mesmo assim, vale muito a pena sua visita. Quando você parar no lado dela, vai se sentir uma formiga, de tão grande que ela é.

Ela é sem dúvida a maior queda de Progresso, mas também possui uma observação:

Ela geralmente possui pouco volume de água, então pode ser que você veja as nossas fotos ou fotos na internet e se deslumbre, mas como toda e qualquer cascata, vai depender das chuvas em dias anteriores para ela estar linda ou não tão linda.

Cascata do Moinho Progresso

O local é público ou privado?

Como mencionado acima, há 2 formas de chegar. Mas eu recomendo que vá pelo Sítio Campiol, é o melhor caminho até à base.

Quanto custa?

Caso optar pelo sítio, paga-se R$ 5,00 para acesso a cascata.

Tem que fazer trilha e como é?

Sim, é necessário. A trilha tem menos de 1 km, mas passa por alguns trechos complicados e um pouco escorregadios, inclusive, próximo ao leito do rio. A trilha dura em média 20 minutos (ida).

Cascata do Moinho Progresso

localização

Agora preste atenção, que a dica é o Pulo do Gato!!

 

Não coloque no GPS: Cascata do Moinhos – Progresso/RS, se não ele vai te levar para o topo da cascata, o que é inútil.

 

Coloque Sítio Campiol, que daí sim você economizará tempo e gasolina. Vai por mim! 🙂

Além deste atrativo, tem algum outro lugar para ir em Progresso ?

Sim, há também a Cabanha Leite, que é uma propriedade particular que há trilhas e um lugar bacana para você pesquisar. Mas além disso, o município de Boqueirão do Leão possui diversas quedas, e é pra lá, que eu sugiro você ir caçar mais cachoeiras! Te sugiro a Cascata do Gamelão 🙂

QUEM SOMOS

Somos uma agência de viagens localizada em Porto Alegre/RS  e  as nossas trips são focadas em trilhas e cachoeiras, o que chamamos hoje de ecoturismo ou turismo de aventura.  Os nossos roteiros são exclusivos e para lugares em que poucas pessoas conhecem. O nosso diferencial também é formar grupos pequenos, para você além de conhecer um lindo lugar, também interagir com os outros passageiros e fazer novos amigos.  Explore novos horizontes, invista em você, e venha viajar com a gente!